Brittany Wenger cria algoritmo para aprimorar o diagnóstico do câncer de mama

Desafio

Os médicos se esforçam para oferecer um tratamento consistente e confiável aos pacientes. Brittany Wenger teve uma experiência pessoal com o câncer e queria melhorar a vida dela. Por isso, decidiu usar as habilidades de cientista e de pesquisadora para criar uma rede incrível e quase viva que diagnosticasse o câncer de mama.

"Os prêmios não são meu foco, mas validam minha pesquisa científica. A cada ano, ela se torna mais complexa, e a possibilidade de beneficiar positivamente a humanidade é cada vez maior."

Brittany Wenger, aluna, Universidade Duke

Solução

Usando o poder da nuvem, Brittany criou uma rede incrível com capacidade comprovada de detectar o câncer com precisão. Ela usou o Google App Engine, uma das ferramentas do Google Cloud Platform, para criar uma rede neural artificial. O projeto dela para a Google Science Fair parecia um cérebro artificial que, basicamente, ensinava a rede na nuvem a detectar padrões complexos que não eram reconhecidos pelos seres humanos. Com a aplicação dessas redes neurais artificiais a dados individualizados, o programa detectou o câncer de mama com uma precisão de 99,1%. Atualmente ele está sendo usado em hospitais para diagnosticar pacientes.

Perfil da organização

A vencedora da Google Science Fair de 2012 tinha acabado de entrar para a universidade quando a pesquisa dela causou um impacto significativo nas áreas médica e tecnológica. Aproveitando o poder da tecnologia e combinando-o com o amor pela ciência, Brittany Wenger criou um cérebro artificial capaz de diagnosticar o câncer de mama com incrível precisão. Recentemente, Brittany foi apontada como uma das 30 pessoas com menos de 30 anos mais influentes do mundo pela revista Time devido à contribuição dela para a humanidade.

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